Este é um número que me ocorreu (sim, eu inventei isso... pode chamar de bobagem, viagem ou o que quiser...), quem sabe, com alguma importancia, entres os bizarros números matemáticos como Pi, Euler, zero, i e e;
O conceito é muito simples, inicialmente, mas passa a se tornar o numero milagroso na medida em que a matemática incorpora a estrutura da realidade profunda.
Demonstração:
1 x 1 = 1
0,1 x 10 = 1
0,0001 x 10000 = 1
Este processo, simetricamente, desenvolve-se até as bordas do infinito matemático conceitual. E o valor, tende a ser 1;
x →0 * y →
(x tendendo a zero multiplicado por y tendendo a infinito = 1)
Entretanto, na matemática, como extensão do real (ou como deveria ser, uma extensão do real), ocorre uma deformação numerica e funcional, na medida em que se afasta da realidade e da escala humana. Verdadeiramente, a medida que a realidade se aproxima da borda quantica, tende a se tornar probabilidade, e não mais uma dimensão linearmente menor.
Semelhantemente, a medida que se aproxima do infinito, passa a fazer parte de outras considerações relacionadas a distorção espaço-temporal astronomica. Porque a matemática, assim como a física, não pode ser verdadeira e homogenea em todos os níveis. E isto me parece não ter sido considerado. Se bem que eu não seja matemático mesmo... provavelmente já existe mas nunca vi... enfim, vamos continuar:
Se em ambos os extremos os numeros podem sofrer alterações, qualquer minimo desvio, tanto do lado tendendo a zero e do lado tentendo ao infinito provocaria um resultado avassaladoramente bizarro, no resultado, sendo este portanto, jamais igual a 1, na realidade prática. E por isso, resolvi chamar esse número também de Numero de Imponderabilidade Aleatória;
Apesar de aparentemente ter tido um desenvolvimento racional e fisico, na verdade essa idéia me ocorreu de forma completamente religiosa: o numero que tende a zero é o homem, e o número que tende ao infinito é Deus. Desse relacionamento, além dos critérios céticos cientificos newtonianos, cartesianos, experimentais, estatísticos, entra a realidade do milagre e sua imponderabilidade para o olhar crítico baseado nos eventos do quotidiano cinza (este cinza um meio termo absoluto entre o tudo e o nada, uma mescla de tudo com resultado tão neutro como a mistura de todas as cores ou matérias)
Isso, assim posto, este número, só poderia sofrer uma definição baseado em causas externas, tornando-se assim um número aplicável para uma situação que não pode ser calculada atualmente, ou seja, uma situação que considere todos os fatores da realidade definindo a realidade de ambas as bordas, tanto na fronteira para além do nível das cordas quanto para além do universo observável, cuja dimensão é relativa ao tempo e portanto, a matemática também, sendo esta uma dimensão de mensuração que não pode ser teórica, tanto quanto uma régua não pode no plano do real.
Por isso, Número Milagroso, e só pode ser compreendido e aceito, na medida em que é possível a existencia de milagres, e da potencialização da existencia de um singelo ser humano, que pode vir a se tornar qualquer coisa (o resultado da multiplicação, por análise em exemplo tangível, é a história de vida do individuo).
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